Na última sexta-feira, esperando o atendimento do caixa bancário, observei uma mãe e uma criança de uns 6 anos, aparentemente. A mãe, com um celular na mão, passando insistentemente a tela observando postagens de rede social e a criança, oscilando movimentos pendulares com o corpo, com o enroscar nas pernas da mãe e sons imitando sons do ambiente. Criança brincando dentro da normalidade da idade, tentando chamar a atenção sobre seus atos e brincando EM SILÊNCIO, sem contato visual, físico ou outro com o ser gerador presente. Isso se seguiu ao momento que seu enroscar nas pernas da mãe veio a incomodar e se seguiu ao fato da mãe começar brincar num joguinho pelo celular e a criança "incomodar" pelo simples fato de pedir que queria ver a tela.
Fico cá pensando com meus botões: a quem caberá a educação dessa criança? À escola? Aos avós que não usam redes sociais e jogos pela internet? À rua e aos sistemas socioeducativos?
Em nenhum momento foi dirigida pelo ser gerador (pode ler-se mãe), uma única palavra àquela criança a não ser que "estava incomodando" por querer aninhar-se nas pernas da mãe para ver a tela do celular. Nem por um instante teve um afago. Nem por um momento ...
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Enquanto isso, eu torcia para que aquele aplicativo travasse ...
Fico cá pensando com meus botões: a quem caberá a educação dessa criança? À escola? Aos avós que não usam redes sociais e jogos pela internet? À rua e aos sistemas socioeducativos?
Em nenhum momento foi dirigida pelo ser gerador (pode ler-se mãe), uma única palavra àquela criança a não ser que "estava incomodando" por querer aninhar-se nas pernas da mãe para ver a tela do celular. Nem por um instante teve um afago. Nem por um momento ...
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Enquanto isso, eu torcia para que aquele aplicativo travasse ...
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Temos uma máxima quando estamos reunidos como família: nenhum aparelho eletrônico deverá ser acessado para as redes sociais. Falamos, rimos, contamos piadas, tomamos skol, comemos uma carne assada.. e nos curtimos. Portanto, se quiser fazer parte de nossa vida, deixe esses aparelhos bem longe de nós.
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A comunicação é tudo. O toque é insubstituível.
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Há pouco ouvi na TV quando comentavam sobre a vida de Humberto Eco algo assim: "Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê, terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente".
Temos uma máxima quando estamos reunidos como família: nenhum aparelho eletrônico deverá ser acessado para as redes sociais. Falamos, rimos, contamos piadas, tomamos skol, comemos uma carne assada.. e nos curtimos. Portanto, se quiser fazer parte de nossa vida, deixe esses aparelhos bem longe de nós.
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A comunicação é tudo. O toque é insubstituível.
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Há pouco ouvi na TV quando comentavam sobre a vida de Humberto Eco algo assim: "Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê, terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente".

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