Humberto Eco também se posicionou quanto às redes sociais
dizendo que elas deram o direito à palavra a uma "legião de imbecis". "Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora eles têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel", dissera o intelectual.
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Nem sou capaz de avaliar o quanto os erros ortográficos, geográficos, históricos e sociais afetam minhas delicadas bainhas de mielina transformadas em teia de aranha doida quando leio pessoas se indispondo com outras querendo fazer seu "direito" de escrever fora das normas ortográficas - leia-se ERRADO - porque merecem o direito de expressão.
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É claro, vamos exercer nosso livre arbítrio, grafando corretamente.
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(ops! meu fígado hoje precisa ser desopilado!)
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Meus queridos, antes que venham me achincalhar, adoro as redes sociais e são berço de meus devaneios e de minhas horas vagas mas, por favor, elas possuem corretor ortográfico que sublinha as palavras grafadas erroneamente em vermelho, ou seja, CORRIJA.
ooooo
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Na última sexta-feira, esperando o atendimento do caixa bancário, observei uma mãe e uma criança de uns 6 anos, aparentemente. A mãe, com um celular na mão, passando insistentemente a tela observando postagens de rede social e a criança, oscilando movimentos pendulares com o corpo, com o enroscar nas pernas da mãe e sons imitando sons do ambiente. Criança brincando dentro da normalidade da idade, tentando chamar a atenção sobre seus atos e brincando EM SILÊNCIO, sem contato visual, físico ou outro com o ser gerador presente. Isso se seguiu ao momento que seu enroscar nas pernas da mãe veio a incomodar e se seguiu ao fato da mãe começar brincar num joguinho pelo celular e a criança "incomodar" pelo simples fato de pedir que queria ver a tela.
Fico cá pensando com meus botões: a quem caberá a educação dessa criança? À escola? Aos avós que não usam redes sociais e jogos pela internet? À rua e aos sistemas socioeducativos?
Em nenhum momento foi dirigida pelo ser gerador (pode ler-se mãe), uma única palavra àquela criança a não ser que "estava incomodando" por querer aninhar-se nas pernas da mãe para ver a tela do celular. Nem por um instante teve um afago. Nem por um momento ...
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Enquanto isso, eu torcia para que aquele aplicativo travasse ...
Fico cá pensando com meus botões: a quem caberá a educação dessa criança? À escola? Aos avós que não usam redes sociais e jogos pela internet? À rua e aos sistemas socioeducativos?
Em nenhum momento foi dirigida pelo ser gerador (pode ler-se mãe), uma única palavra àquela criança a não ser que "estava incomodando" por querer aninhar-se nas pernas da mãe para ver a tela do celular. Nem por um instante teve um afago. Nem por um momento ...
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Enquanto isso, eu torcia para que aquele aplicativo travasse ...
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Temos uma máxima quando estamos reunidos como família: nenhum aparelho eletrônico deverá ser acessado para as redes sociais. Falamos, rimos, contamos piadas, tomamos skol, comemos uma carne assada.. e nos curtimos. Portanto, se quiser fazer parte de nossa vida, deixe esses aparelhos bem longe de nós.
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A comunicação é tudo. O toque é insubstituível.
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Há pouco ouvi na TV quando comentavam sobre a vida de Humberto Eco algo assim: "Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê, terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente".
Temos uma máxima quando estamos reunidos como família: nenhum aparelho eletrônico deverá ser acessado para as redes sociais. Falamos, rimos, contamos piadas, tomamos skol, comemos uma carne assada.. e nos curtimos. Portanto, se quiser fazer parte de nossa vida, deixe esses aparelhos bem longe de nós.
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A comunicação é tudo. O toque é insubstituível.
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Há pouco ouvi na TV quando comentavam sobre a vida de Humberto Eco algo assim: "Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê, terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente".
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